RODOLFO PELLIZARI

15ª Câmara de Direito Privado · #44 de 113 em taxa pró-banco

pró-consumidor
41 acórdãos no estudo
Pró-banco
39%
Custo médio
R$ 23.869
Dano moral
R$ 5.875
Dano material
R$ 34.325

Retrato estatístico · RODOLFO PELLIZARI

base: 41 acórdãos · atualizado diariamente
Posicionamento
39%pró-banco#44 de 11315ª Câmara de Direito Privado
Tendência descendente · -31pp 2025-T4 → 2026-T2
Tese preferida
Fortuito Externo — Culpa do Consumidorprincipal · 82% das vitórias14 casos
Fallback (subsidiária):
Dano Moral — Mero Aborrecimentosubsidiária · 6%1 casos
Rejeições
automáticas
Teses rejeitadas em ≥80% das ocorrências:
Repeticao Dobro Art42 Cdc3/3
Estilo decisório
pró-consumidor
Rigor 20% · formalismo 0%
Precedentes-
assinatura
Top 5 fundamentos citados com peso decisivo:
47934× · decisivo 30×1428× · decisivo 21×14_§3_II11× · decisivo 7×42_paragrafo_unico7× · decisivo 5×14 §3º II3× · decisivo 3×
Gatilhos
de derrota
Combinações com taxa de derrota ≥80% — sinal para acordo prévio:
Vitima Aposentado Inss + sem Combo probatório completo4/5 · 80%
Operacoes Em Sequencia Rapida + sem Monitoramento ativo reconhecido4/5 · 80%
Contratacao Digital + sem Combo probatório completo4/5 · 80%
Valor Alto Atipico + sem Monitoramento ativo reconhecido4/5 · 80%
Multiplas Transferencias Escalonadas + sem Monitoramento ativo reconhecido4/5 · 80%
Pre Emprestimo Antes Transferencia + sem Combo probatório completo3/3 · 100%

Combo probatório

Este relator ainda não tem retrato qualitativo. Use o combo probatório abaixo como mapa geral — os 13 fatores foram calibrados contra o corpus inteiro (182 extratos + 4.028 acórdãos) e indicam a direção que a 4ª Subseção de Direito Privado tende a seguir. Consulte o retrato estatístico acima pra ver onde RODOLFO PELLIZARI se posiciona em relação à média.

379 extratos lidos · 4.028 acórdãos· 13 fatores calibrados· 6 zonas de modulação· peso dobrado: fatores com ★

Combo pró-banco

7 fatores · 5+ = banco vence (~90%)

Combo pró-consumidor

6 fatores · 4-6 = consumidor vence (~90%)

Matriz de desfechos por faixa de fatores

Combo pró-banco
FaixaNBancoParc.Cons.
6-7 de 718100%0%0%
4-5 de 77580%15%5%
2-3 de 711040%40%20%
0-1 de 71768%32%60%
Combo pró-consumidor
FaixaNBancoParc.Cons.
5-6 de 6620%10%90%
3-4 de 611510%38%52%
1-2 de 615535%43%22%
0 de 64779%15%6%

Combo misto (2-3 × 2-3) domina o corpus — ~125 extratos dos 379 lidos. Nesses casos, a proporção não é automaticamente 50/50: ela modula conforme a câmara julgadora, como mostra o mapa abaixo.

Zonas de modulação · o mapa de quem divide quanto

Por que esse estudo existe. Quando há culpa concorrente, o art. 945 do CC abre a porta pra dividir o prejuízo — mas não diz em que proporção. Lendo os 379 acórdãos em profundidade, mapeamos 6 padrões recorrentes de como as câmaras do TJSP efetivamente dividem.

O que ele diz. A mesma configuração probatória pode sair 50/50 na Valeria Longobardi, 60/40 banco na Márcia Rezende ou 75/25 contra o banco receptor na 14ª CDP. A câmara de distribuição manda tanto quanto os fatores do caso. Saber em qual zona seu caso cai antes do julgamento muda o cálculo de risco e o desenho da peça.

50/50
50/50

Modulação clássica art. 945 CC. Quando o combo apresenta 2-3 fatores de cada lado em câmaras generalistas, o relator divide meio-a-meio o prejuízo material e costuma afastar o dano moral.

Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.I, Núcleo 4.0-T.II, Núcleo 4.0-T.VIII
Relatores ·
Valeria Longobardi, João Battaus Neto, Daniel Issler, Thomaz Carvalhaes Ferreira
Casos paradigma
8
  • 1004267-46.2024· Valeria Longobardi

    Paradigma do 50/50. Spoofing reconhecido + credenciais autenticadas — culpa concorrente pura.

  • 1013074-23.2025.8.26.0554· Valéria Longobardi

    Falsa central · Bradesco mantido condenado a 50% dos R$ 112 mil em PIX e caixa eletrônico por falha em bloquear transações atípicas ao perfil (Súmula 479).

  • 1001098-40.2025.8.26.0062· João Battaus Neto

    Golpe do WhatsApp · Bradesco condenado a 50% (R$ 945) por falha no KYC da conta receptora; danos morais afastados por culpa concorrente da vítima.

60/40 banco
60/40

Modulação assimétrica em favor do consumidor (banco absorve 60%). Surge em casos Núcleo 4.0-T.VII com autorização manifesta de operação anômala pelo banco — o 'risco do negócio' pesa mais que a cedência de credenciais da vítima.

a gravidade da culpa do réu, que autorizando a transação indicativa de fraude, deve ter a responsabilidade preponderada pelo risco do negócio — 60% dos prejuízos
Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.VII
Relatores ·
Márcia Rezende, Fabiana Calil
Casos paradigma
4
  • 1000757-96.2025· Márcia Rezende

    60% banco por autorizar transação indicativa de fraude. Paradigma da modulação assimétrica.

  • Falso advogado com empréstimo + PIX de R$ 15.944 · culpa concorrente 60% banco / 40% autor; dano moral afastado.

  • Fraude com empréstimo de R$ 4.900 e transferência imediata · 60% banco e 40% autor; inexigibilidade do débito e ressarcimento proporcional.

70/30 banco
70/30

Modulação forte contra o banco — reservada a falha bifásica grave (golpe físico na agência + ausência de bloqueio). Duas falhas decisivas do banco em momentos distintos elevam a proporção.

Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.VII
Relatores ·
Márcia Rezende
Caso paradigma
1
  • 4003440-11.2025· Márcia Rezende

    ATM com nota falsa emitida pelo próprio caixa eletrônico + não bloqueio subsequente → 70% banco.

75/25 banco receptor
75/25

Aplicável a banco receptor da transferência em fraude com KYC falho na abertura de conta. Padrão severo da 14ª CDP — instituição receptora responde quase integralmente por deixar entrar laranja.

Câmaras ·
14ª CDP
Relatores ·
Thiago de Siqueira, Alexandre David Malfatti, Léa Duarte
Casos paradigma
6
  • 1004401-86.2025· Thiago de Siqueira

    Falso leilão · Santander receptor sem KYC documentado → 75% contra o banco receptor.

  • 1027361-22.2025.8.26.0576· Thiago de Siqueira

    Falsário abriu conta no Banco Inter · falha do banco reconhecida; dano moral afastado por ausência de prova de abalo concreto além de mero aborrecimento.

  • Golpe da OLX · empréstimos fraudulentos nulos, restituição em dobro de R$ 257 e dano moral de R$ 6 mil por fortuito interno (PicPay e Mercado Pago) (Súmula 479).

seletiva (só moral)

Culpa concorrente NÃO reduz o material — banco paga 100% — mas afasta o dano moral. Modulação não-tradicional: usa a culpa da vítima para cortar só o extrapatrimonial.

Câmaras ·
23ª CDP
Relatores ·
Lígia Araújo Bisogni
Casos paradigma
5
  • 1000131-31.2025· Lígia Araújo Bisogni

    100% material + dano moral afastado por culpa concorrente. Paradigma da modulação seletiva.

  • 1004836-02.2024.8.26.0020· Lígia Araújo Bisogni

    Falsa central com acesso remoto e transferências atípicas · Bradesco mantido condenado a R$ 60.851 em empréstimo inexigível (Súmula 479).

  • 1000659-85.2025.8.26.0205· Lígia Araújo Bisogni

    Falso advogado via WhatsApp · Bradesco condenado a restituir R$ 8.680 por falha no monitoramento; dano moral afastado por culpa concorrente (art. 945 CC).

fortuito bifásico

Decomposição do caso em duas fases: fortuito externo na contratação (banco isento) + fortuito interno na movimentação (banco responde pelo remanescente). Dobra e moral afastados.

Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.IV
Relatores ·
Dimitrios Zarvos Varellis
Casos paradigma
6
  • 1019246-40.2025· Dimitrios Zarvos Varellis

    Fortuito externo fase contratação + fortuito interno fase movimentação → compensação do remanescente na conta + dobra afastada + moral afastado.

  • 1008435-50.2023.8.26.0127· Dimitrios Zarvos Varellis

    Consignado obtido via correspondente irregular · C6 condenado à restituição em dobro + dano moral de R$ 5 mil por desconto indevido em benefício previdenciário — fortuito interno configurado.

  • 1061557-68.2024.8.26.0506· Dimitrios Zarvos Varellis

    Falso oficial de justiça presencial · banco não impediu empréstimo de R$ 14.786 e PIX de R$ 9.999 fora do perfil; condenação mantida por falha do serviço (Súmula 479).

Casos recentes (41)

  • 1006176-09.2025.8.26.0161
    Banco Mercantil responde objetivamente por fraude: 4 cartões consignados (R$10.920) + PIX (R$7.175) contratados simultaneamente após ligação fraudulenta, com dano moral de R$10.000 mantido.
    consumidor2026-04-15
  • 1003124-19.2024.8.26.0006
    TJSP reforma parcialmente sentença: mantém restituição de R$16.997,16 por fraude via PIX em conta PicPay (fortuito interno/Súmula 479), mas afasta dano moral de R$7.000 por ausência de violação à dignidade imputável à instituição.
    parcial2026-04-15
  • 1061447-87.2023.8.26.0576
    Banco do Brasil responde objetivamente por três transações fraudulentas via maquininha (R$12.949,98) no golpe do aniversário, pois operações atípicas e sequenciais não ativaram o sistema antifraude.
    consumidor2026-04-10
  • 1006403-23.2024.8.26.0132
    Lojista de joias perde ação contra Redecard: CDC inaplicável, chargeback regular, negligência contratual da vendedora ao aceitar cartões de terceiros sem verificar identidade (REsp 2.180.780/SP).
    banco2026-03-31
  • 1002203-55.2024.8.26.0137
    TJSP nega provimento ao recurso do autor: banco C6 condenado a restituir R$9.900 por fraude em cartão físico (chip+senha), mas dano moral afastado por maioria por não ultrapassar mero dissabor - voto vencido reconhecia R$5.000.
    banco2026-03-30
  • 1015124-46.2023.8.26.0019
    Banco Mercantil: TJSP por maioria reforma sentença, afasta repetição em dobro e dano moral, mantendo apenas restituição simples de empréstimos consignados contratados via acesso remoto HopToDesk instalado pela própria autora idosa
    parcial2026-03-30
  • 1016184-24.2025.8.26.0071
    TJSP reforma sentença e condena PagSeguro a restituir R$ 14.981,31 por conta laranja aberta com validação automática sem comprovante de endereço (fortuito interno/Súmula 479), afastando dano moral por mero dissabor patrimonial.
    parcial2026-03-26
  • 1012442-17.2025.8.26.0224
    TJSP deu provimento parcial: banco condenado a restituir R$13.999 por informar falsamente cancelamento de PIX já efetivado (falha CDC art.6º,III), mas dano moral afastado por mero aborrecimento; sucumbência recíproca.
    parcial2026-03-20
  • 1000864-64.2025.8.26.0060
    TJSP nega provimento a apelação de vítima idosa de golpe de falsa central (spoofing) que pedia majoração do dano moral de R$3k para R$5k; quantum mantido por razoabilidade e proporcionalidade, ponderando contribuição involuntária da vítima.
    banco2026-03-20
  • 1031098-34.2024.8.26.0005
    Aposentada idosa com empréstimo consignado fraudulento: Bradesco condenado à restituição em dobro e R$ 5k moral (reduzido de R$ 8k); Itaú absolvido por comprovar contratação regular.
    parcial2026-03-20
  • 1001187-13.2025.8.26.0596
    TJSP mantém improcedência: transferências PIX via QR Code estático com credenciais legítimas não comprovam fraude; ônus probatório do consumidor não cumprido; banco agiu de boa-fé.
    banco2026-03-20
  • 1004506-88.2024.8.26.0445
    Golpe falsa central contra idoso aposentado: banco parcialmente vencedor — danos morais afastados por maioria e restituição PIX remetida à liquidação; mantidos inexigibilidade dos 3 empréstimos e dobra das parcelas descontadas.
    parcial2026-03-11
  • 1008630-59.2025.8.26.0161
    TJSP reforma sentença para afastar culpa concorrente e condenar Itaú à restituição integral de R$ 84.013,97 em golpe de falsa central a idosa aposentada via PIX, mantendo improcedência do dano moral por ausência de nexo causal direto com conduta do banco.
    parcial2026-03-11
  • 1000257-26.2025.8.26.0424
    TJSP deu parcial provimento ao banco: manteve restituição simples de R$5.005,25 por PIX fraudulentos (Súmula 479) mas afastou dano moral de R$5.000 por ausência de nexo causal com conduta bancária (dano causado por terceiros); voto vencido manteria moral e dobra.
    parcial2026-03-11
  • 1000248-19.2024.8.26.0418
    TJSP deu parcial provimento ao recurso do Itaú: manteve condenação ao ressarcimento de R$25.000 em boletos fraudulentos (art. 14 CDC/Súmula 479 STJ) mas afastou dano moral de R$10.000 por ausência de ato ilícito do banco.
    parcial2026-03-02
  • 1003146-71.2025.8.26.0126
    TJSP nega provimento a apelação de idoso aposentado que alegava fraude em dois empréstimos consignados: banco comprovou contratação digital regular via senha e push, valores creditados e transferidos via Pix pelo próprio autor, ação julgada totalmente improcedente.
    banco2026-02-27
  • 1001128-78.2024.8.26.0137
    Golpe da falsa central de atendimento: vítima forneceu voluntariamente dados e biometria a estelionatários; TJSP manteve improcedência por culpa exclusiva da vítima (art. 14, §3º, II, CDC), afastando Súmula 479 STJ.
    banco2026-02-27
  • 1002887-51.2023.8.26.0157
    Aposentado INSS contratou consignado de R$ 38k e transferiu tudo à empresa MHJ após proposta de retorno de 100%; TJSP nega provimento ao recurso e mantém absolvição dos bancos PAN e BNP Paribas por fortuito externo e culpa exclusiva da vítima.
    banco2026-02-27
  • 1004166-54.2025.8.26.0302
    Banco Mercantil obtém provimento total: culpa exclusiva da consumidora afasta responsabilidade por empréstimos contestados — autora reteve R$ 5.598,00 e sistema exigia biometria+senha+dispositivo cadastrado.
    banco2026-02-27
  • 1022112-21.2025.8.26.0405
    Golpe falsa central telefônica: TJSP reforma sentença para dobrar restituição (art. 42 CDC), mantém compensação dos R$1.549,16 e nega dano moral por mero aborrecimento.
    parcial2026-02-24
  • 1078300-76.2025.8.26.0100
    TJSP reforma sentença e condena Bradesco à restituição integral de R$ 37.480 em PIX + nulidade de 3 empréstimos consignados fraudulentos (R$ 31.390) + dano moral R$ 5.000, por falha em bloquear operações atípicas em menos de 20 minutos.
    consumidor2026-02-24
  • 1013550-51.2024.8.26.0019
    TJSP nega provimento à apelação da consumidora idosa que transferiu PIX de R$18.107,99 a terceiro após abordagem por falsa funcionária da Facta via WhatsApp; maioria reconhece culpa exclusiva do consumidor (art.14 §3º II CDC), mantendo improcedência, vencidos 2 juízes que apontavam fortuito interno e falha de monitoramento.
    banco2026-02-18
  • 1022310-25.2024.8.26.0007
    TJSP reforma sentença por maioria e julga improcedente ação de consumidora que, após golpe do falso funcionário INSS via telefone, transferiu R$ 9.600 via PIX a terceiros; maioria reconhece fortuito externo e culpa exclusiva da vítima, afastando Súmula 479 STJ.
    banco2026-02-18
  • 1001133-31.2025.8.26.0666
    Golpe falsa central Santander: PIX R$2.980+R$113.444 e cheque especial fraudulento; banco condenado (fortuito interno/Súmula 479); PagSeguro e Swap excluídos por fortuito externo; dano moral R$5k mantido.
    parcial2026-02-13
  • 1012124-24.2025.8.26.0001
    Consumidora pagou R$99,06 via Pix por compra falsa no WhatsApp (loja Pink Fashion); TJSP nega provimento e mantém improcedência por culpa exclusiva da vítima/fortuito externo, majorando honorários para 15%.
    banco2026-02-13
  • 1001001-89.2025.8.26.0466
    Banco provido: contrato consignado INSS via TPC com cartão físico chip e 14 etapas de senha afasta Súmula 479 STJ; improcedência total por ausência de falha no serviço bancário.
    banco2026-01-26
  • 1002977-62.2025.8.26.0004
    TJSP nega provimento a ambos recursos em golpe de falsa central telefônica contra Bradesco: mantém nulidade de empréstimos e restituição de R$ 36.564,84 (Súmula 479), mas afasta dano moral por ausência de nexo causal direto com a omissão bancária; voto divergente (Des. Achile Alesina) votaria por R$ 5.000 em danos morais.
    parcial2026-01-23
  • 1000952-81.2024.8.26.0531
    Consumidora idosa nega contratos consignados INSS; TJSP anula sentença por cerceamento de defesa ao indeferir perícia grafotécnica essencial para aferir autenticidade das assinaturas impugnadas.
    consumidor2026-01-08
  • 1006642-36.2025.8.26.0344
    Banco Mercantil perde apelação: contratos de empréstimo consignado e pessoal declarados nulos por fraude de terceiros via ligação telefônica; banco não comprovou biometria nem assinatura eletrônica.
    consumidor2025-12-05
  • 1006418-86.2025.8.26.0348
    Improcedência mantida: vítima do golpe da falsa central via WhatsApp realizou pessoalmente PIX após fornecer dados a desconhecido, configurando culpa exclusiva do consumidor que afasta a Súmula 479/STJ.
    banco2025-12-05
  • 1048863-79.2024.8.26.0114
    Banco negado provimento: múltiplas PIX R$90k em PJ destoaram do perfil habitual; omissão no monitoramento configura fortuito interno (Súmula 479 STJ); culpa exclusiva da vítima afastada.
    consumidor2025-12-05
  • 1002762-86.2024.8.26.0177
    Golpe do motoboy: TJSP reforma sentença para culpa concorrente 50/50, banco paga R$8.159,47 (50% do dano material) por não detectar transações atípicas, dano moral afastado por contribuição decisiva da vítima.
    parcial2025-12-05
  • 1004280-33.2025.8.26.0127
    TJSP nega provimento ao apelante: golpe do falso funcionário via telefone configurou fortuito externo por culpa exclusiva do consumidor, afastando Súmula 479/STJ e danos morais; sentença mantida.
    banco2025-12-05
  • 1004160-95.2025.8.26.0189
    Apelação desprovida: golpe da falsa central de atendimento com fornecimento voluntário de biometria e senhas pelo autor configura culpa exclusiva da vítima, afastando responsabilidade do Itaú, Nubank e Banco PAN.
    banco2025-12-03
  • 1006741-16.2025.8.26.0664
    TJSP anula extinção sem mérito e devolve à 1ª instância: negativação de nome em 24/04/2025 (contrato já declarado inexistente) é fato novo, causa de pedir diversa da ação anterior, sem coisa julgada.
    consumidor2025-12-03
  • 1006834-04.2025.8.26.0009
    TJSP nega provimento ao Bradesco: banco não provou uso de cartão físico/senha nas transferências Pix não autorizadas (R$28.380,76); mantida condenação em danos materiais e morais (R$6.000) por responsabilidade objetiva (Súmula 479 STJ).
    consumidor2025-12-03
  • 1064841-57.2024.8.26.0224
    TJSP nega provimento a ambos os recursos: mantém inexigibilidade de 3 empréstimos consignados fraudulentos (R$81.559,03) contratados via falsa central de atendimento, mas afasta dano moral por culpa concorrente do autor que forneceu credenciais
    consumidor2025-12-02
  • 1064979-11.2024.8.26.0002
    Golpe da maquininha: consumidor entregou cartão ao motoboy e digitou senha pessoal sem verificar valor (R$1.999,99 vs R$12,99 de frete); TJSP mantém improcedência por culpa exclusiva do consumidor, afastando Súmula 479/STJ.
    banco2025-12-02
  • 1015428-65.2024.8.26.0001
    Bradesco nega provimento: 5 transações fraudulentas de R$49.881,81 em 4 min via maquininha adulterada; falha do sistema antifraude em detectar operações atípicas configura fortuito interno (Súmula 479 STJ).
    consumidor2025-12-02
  • 1009797-90.2024.8.26.0438
    Banco Safra: TJSP nega provimento ao banco e dá parcial provimento ao autor, declarando inexistência de empréstimos consignados fraudulentos (contratos 5828403 e 14142211) com dano moral de R$5.000 e repetição do indébito (dobro pós-30/03/2021).
    consumidor2025-12-01
  • 1023721-73.2024.8.26.0405
    Santander nega provimento: mantida condenação por consignado INSS fraudulento (R$ 19.417,52), dano moral R$ 8.000 e restituição em dobro das parcelas descontadas indevidamente após 30/03/2021.
    consumidor2025-12-01