ERNANI DESCO FILHO

18ª Câmara de Direito Privado · #25 de 113 em taxa pró-banco

equilibrado
39 acórdãos no estudo
Pró-banco
49%
Custo médio
R$ 17.219
Dano moral
R$ 4.745
Dano material
R$ 25.396

Retrato estatístico · ERNANI DESCO FILHO

base: 39 acórdãos · atualizado diariamente
Posicionamento
49%pró-banco#25 de 11318ª Câmara de Direito Privado
Tendência descendente · -52pp 2026-T1 → 2026-T2
Tese preferida
Fortuito Externo — Culpa do Consumidorprincipal · 85% das vitórias17 casos
Fallback (subsidiária):
Dano Moral — Mero Aborrecimentosubsidiária · 10%2 casos
Rejeições
automáticas
Teses rejeitadas em ≥80% das ocorrências:
Ilegitimidade Passiva Banco3/3
Dano Moral Automatico Fraude Bancaria3/3 · sem Hipossuficiência técnica
Estilo decisório
equilibrado
Rigor 20% · formalismo 0%
Precedentes-
assinatura
Top 5 fundamentos citados com peso decisivo:
47927× · decisivo 19×14_§3_II10× · decisivo 8×14 §1º7× · decisivo 7×14_§15× · decisivo 5×14 §3º II4× · decisivo 4×
Gatilhos
de derrota
Combinações com taxa de derrota ≥80% — sinal para acordo prévio:
Vitima Aposentado Inss + sem Senha validada pelo banco2/2 · 100%
Valor Alto Atipico + sem Ato de terceiro identificado2/2 · 100%

Combo probatório

Este relator ainda não tem retrato qualitativo. Use o combo probatório abaixo como mapa geral — os 13 fatores foram calibrados contra o corpus inteiro (182 extratos + 4.028 acórdãos) e indicam a direção que a 4ª Subseção de Direito Privado tende a seguir. Consulte o retrato estatístico acima pra ver onde ERNANI DESCO FILHO se posiciona em relação à média.

379 extratos lidos · 4.028 acórdãos· 13 fatores calibrados· 6 zonas de modulação· peso dobrado: fatores com ★

Combo pró-banco

7 fatores · 5+ = banco vence (~90%)

Combo pró-consumidor

6 fatores · 4-6 = consumidor vence (~90%)

Matriz de desfechos por faixa de fatores

Combo pró-banco
FaixaNBancoParc.Cons.
6-7 de 718100%0%0%
4-5 de 77580%15%5%
2-3 de 711040%40%20%
0-1 de 71768%32%60%
Combo pró-consumidor
FaixaNBancoParc.Cons.
5-6 de 6620%10%90%
3-4 de 611510%38%52%
1-2 de 615535%43%22%
0 de 64779%15%6%

Combo misto (2-3 × 2-3) domina o corpus — ~125 extratos dos 379 lidos. Nesses casos, a proporção não é automaticamente 50/50: ela modula conforme a câmara julgadora, como mostra o mapa abaixo.

Zonas de modulação · o mapa de quem divide quanto

Por que esse estudo existe. Quando há culpa concorrente, o art. 945 do CC abre a porta pra dividir o prejuízo — mas não diz em que proporção. Lendo os 379 acórdãos em profundidade, mapeamos 6 padrões recorrentes de como as câmaras do TJSP efetivamente dividem.

O que ele diz. A mesma configuração probatória pode sair 50/50 na Valeria Longobardi, 60/40 banco na Márcia Rezende ou 75/25 contra o banco receptor na 14ª CDP. A câmara de distribuição manda tanto quanto os fatores do caso. Saber em qual zona seu caso cai antes do julgamento muda o cálculo de risco e o desenho da peça.

50/50
50/50

Modulação clássica art. 945 CC. Quando o combo apresenta 2-3 fatores de cada lado em câmaras generalistas, o relator divide meio-a-meio o prejuízo material e costuma afastar o dano moral.

Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.I, Núcleo 4.0-T.II, Núcleo 4.0-T.VIII
Relatores ·
Valeria Longobardi, João Battaus Neto, Daniel Issler, Thomaz Carvalhaes Ferreira
Casos paradigma
8
  • 1004267-46.2024· Valeria Longobardi

    Paradigma do 50/50. Spoofing reconhecido + credenciais autenticadas — culpa concorrente pura.

  • 1013074-23.2025.8.26.0554· Valéria Longobardi

    Falsa central · Bradesco mantido condenado a 50% dos R$ 112 mil em PIX e caixa eletrônico por falha em bloquear transações atípicas ao perfil (Súmula 479).

  • 1001098-40.2025.8.26.0062· João Battaus Neto

    Golpe do WhatsApp · Bradesco condenado a 50% (R$ 945) por falha no KYC da conta receptora; danos morais afastados por culpa concorrente da vítima.

60/40 banco
60/40

Modulação assimétrica em favor do consumidor (banco absorve 60%). Surge em casos Núcleo 4.0-T.VII com autorização manifesta de operação anômala pelo banco — o 'risco do negócio' pesa mais que a cedência de credenciais da vítima.

a gravidade da culpa do réu, que autorizando a transação indicativa de fraude, deve ter a responsabilidade preponderada pelo risco do negócio — 60% dos prejuízos
Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.VII
Relatores ·
Márcia Rezende, Fabiana Calil
Casos paradigma
4
  • 1000757-96.2025· Márcia Rezende

    60% banco por autorizar transação indicativa de fraude. Paradigma da modulação assimétrica.

  • Falso advogado com empréstimo + PIX de R$ 15.944 · culpa concorrente 60% banco / 40% autor; dano moral afastado.

  • Fraude com empréstimo de R$ 4.900 e transferência imediata · 60% banco e 40% autor; inexigibilidade do débito e ressarcimento proporcional.

70/30 banco
70/30

Modulação forte contra o banco — reservada a falha bifásica grave (golpe físico na agência + ausência de bloqueio). Duas falhas decisivas do banco em momentos distintos elevam a proporção.

Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.VII
Relatores ·
Márcia Rezende
Caso paradigma
1
  • 4003440-11.2025· Márcia Rezende

    ATM com nota falsa emitida pelo próprio caixa eletrônico + não bloqueio subsequente → 70% banco.

75/25 banco receptor
75/25

Aplicável a banco receptor da transferência em fraude com KYC falho na abertura de conta. Padrão severo da 14ª CDP — instituição receptora responde quase integralmente por deixar entrar laranja.

Câmaras ·
14ª CDP
Relatores ·
Thiago de Siqueira, Alexandre David Malfatti, Léa Duarte
Casos paradigma
6
  • 1004401-86.2025· Thiago de Siqueira

    Falso leilão · Santander receptor sem KYC documentado → 75% contra o banco receptor.

  • 1027361-22.2025.8.26.0576· Thiago de Siqueira

    Falsário abriu conta no Banco Inter · falha do banco reconhecida; dano moral afastado por ausência de prova de abalo concreto além de mero aborrecimento.

  • Golpe da OLX · empréstimos fraudulentos nulos, restituição em dobro de R$ 257 e dano moral de R$ 6 mil por fortuito interno (PicPay e Mercado Pago) (Súmula 479).

seletiva (só moral)

Culpa concorrente NÃO reduz o material — banco paga 100% — mas afasta o dano moral. Modulação não-tradicional: usa a culpa da vítima para cortar só o extrapatrimonial.

Câmaras ·
23ª CDP
Relatores ·
Lígia Araújo Bisogni
Casos paradigma
5
  • 1000131-31.2025· Lígia Araújo Bisogni

    100% material + dano moral afastado por culpa concorrente. Paradigma da modulação seletiva.

  • 1004836-02.2024.8.26.0020· Lígia Araújo Bisogni

    Falsa central com acesso remoto e transferências atípicas · Bradesco mantido condenado a R$ 60.851 em empréstimo inexigível (Súmula 479).

  • 1000659-85.2025.8.26.0205· Lígia Araújo Bisogni

    Falso advogado via WhatsApp · Bradesco condenado a restituir R$ 8.680 por falha no monitoramento; dano moral afastado por culpa concorrente (art. 945 CC).

fortuito bifásico

Decomposição do caso em duas fases: fortuito externo na contratação (banco isento) + fortuito interno na movimentação (banco responde pelo remanescente). Dobra e moral afastados.

Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.IV
Relatores ·
Dimitrios Zarvos Varellis
Casos paradigma
6
  • 1019246-40.2025· Dimitrios Zarvos Varellis

    Fortuito externo fase contratação + fortuito interno fase movimentação → compensação do remanescente na conta + dobra afastada + moral afastado.

  • 1008435-50.2023.8.26.0127· Dimitrios Zarvos Varellis

    Consignado obtido via correspondente irregular · C6 condenado à restituição em dobro + dano moral de R$ 5 mil por desconto indevido em benefício previdenciário — fortuito interno configurado.

  • 1061557-68.2024.8.26.0506· Dimitrios Zarvos Varellis

    Falso oficial de justiça presencial · banco não impediu empréstimo de R$ 14.786 e PIX de R$ 9.999 fora do perfil; condenação mantida por falha do serviço (Súmula 479).

Casos recentes (39)

  • 1050237-91.2024.8.26.0224
    Banco Mercantil negado provimento: empréstimos e PIX fraudulentos em nome de aposentado idoso, banco condenado a restituir R$10.652,98 e pagar R$5.000 de dano moral por falha no serviço (Súmula 479 STJ).
    consumidor2026-04-09
  • 1026450-69.2024.8.26.0309
    Golpe do Brinde: motoboy obteve foto da vítima para fraudar acesso biométrico e contratar empréstimos; TJSP deu provimento ao banco por fortuito externo e culpa exclusiva da vítima, reformando sentença condenatória.
    banco2026-04-09
  • 1008514-14.2025.8.26.0562
    Banco do Brasil responde objetivamente por PIX fraudulentos (R$175k) e empréstimo indevido (R$82k) via golpe de falsa central; dano moral afastado por mero aborrecimento; recurso provido em parte com sucumbência recíproca 20/80.
    parcial2026-04-09
  • 1000481-39.2025.8.26.0108
    Fraude presencial em que criminoso obteve documentos e selfie de idoso aposentado para contratar empréstimos e cartões consignados; banco condenado à restituição simples, sem dano moral e sem repetição em dobro.
    consumidor2026-04-07
  • 1011536-17.2024.8.26.0562
    Bradesco responde por R$53.200 em empréstimos e TEDs fraudulentos via falsa central (spoofing 4002-0022), mas dano moral afastado por mero aborrecimento; provimento parcial com sucumbência recíproca.
    parcial2026-04-07
  • 1011171-72.2025.8.26.0482
    Golpe falsa central: TJSP mantém inexigibilidade de débito (R$33.371,46 em cartões não solicitados), mas afasta repetição de indébito e dano moral por falta de pagamento em excesso e ausência de prova de efetivo abalo.
    parcial2026-04-07
  • 1007635-35.2025.8.26.0100
    Banco do Brasil nega provimento: maquininha adulterada processou R$18.079,99 atípicos; antifraude bloqueou 3 mas autorizou 2 transações, configurando falha de segurança e fortuito interno (Súmula 479 STJ).
    consumidor2026-04-07
  • 1001151-80.2024.8.26.0280
    TJSP nega moral (diferença R$1,64/mês insignificante) e provê parcialmente recurso Bradesco; mantém nulidade contrato R$3,5k com restituição simples; autora arca com sucumbência integral.
    parcial2026-04-07
  • 1006423-81.2023.8.26.0024
    TJSP reforma parcialmente sentença: mantém inexigibilidade e restituição simples de consignados não comprovados (Tema 1.061/Súmula 479 STJ), mas afasta dano moral (mero aborrecimento) e restituição em dobro (sem prova de má-fé do Banco PAN).
    parcial2026-04-07
  • 1008793-47.2025.8.26.0320
    TJSP deu provimento parcial ao recurso de vítima idosa: banco condenado a restituir valores de empréstimos consignados fraudulentos e PIX não autorizados (fortuito interno/Súmula 479), afastados dano moral e devolução em dobro.
    parcial2026-04-07
  • 1002797-95.2025.8.26.0020
    TJSP nega provimento à apelante: extinção sem mérito dos pedidos declaratórios mantida (conta já encerrada antes do ajuizamento) e dano moral afastado por ausência de lesão efetiva comprovada
    banco2026-03-24
  • 1011795-54.2024.8.26.0451
    TJSP reforma procedência e julga improcedente ação sobre golpe da falsa central: fortuito externo por culpa exclusiva da vítima que forneceu dados a estelionatários afasta responsabilidade do Banco do Brasil (R$15.054,48).
    banco2026-03-24
  • 1086176-19.2024.8.26.0100
    TJSP nega provimento a ambos os recursos: mantém restituição de R$147.300 por invasão de conta com empréstimos fraudulentos e 17 PIX atípicos (Súmula 479 STJ), mas afasta dano moral por mero aborrecimento (Enunciado 159 CJF).
    consumidor2026-03-24
  • 1115641-10.2023.8.26.0100
    Apelação desprovida: vítima que transferiu R$18 mil via PIX para falso investimento anunciado em Instagram hackeado de amiga não gera responsabilidade dos bancos, configurando fortuito externo (art. 14, §3º, II, CDC).
    banco2026-03-23
  • 1002413-88.2025.8.26.0358
    TJSP reforma sentença e julga improcedente ação de consumidora contra Banco Agibank: banco comprovou legitimidade de contratos de consignado e cartão consignado via dossiê eletrônico com selfie e geolocalização, afastando alegação de fraude por ausência de verossimilhança.
    banco2026-03-23
  • 1039218-02.2024.8.26.0576
    TJSP 18ª Câmara reforma sentença e julga improcedente ação de declaração de inexistência de débito: golpe de falsa central de atendimento com empréstimo consignado INSS (R$17k) e PIX (R$9,4k) configura fortuito externo por colaboração da vítima, afastando responsabilidade do Banco Mercantil do Brasil.
    banco2026-03-23
  • 1004161-69.2024.8.26.0010
    Furto de celular com PIX fraudulentos R$8.810: banco condenado ao dano material (falha monitoramento/fortuito interno), dano moral afastado por mero aborrecimento e sucumbência invertida ao autor.
    parcial2026-03-16
  • 1002619-60.2025.8.26.0081
    Apelação do consumidor desprovida; mantida improcedência pois vítima realizou PIX de R$25.290 voluntariamente a mando de falso funcionário Bradesco por telefone, configurando culpa exclusiva da vítima (art. 14 §3º II CDC) e fortuito externo.
    banco2026-03-16
  • 1001866-70.2025.8.26.0189
    TJSP reforma sentença e julga improcedente ação contra Bradesco: vítima de falso anúncio de videogame no Facebook transferiu valores via PIX sem cautela mínima, configurando culpa exclusiva do consumidor (art. 14 §3º II CDC).
    banco2026-03-16
  • 1001262-71.2025.8.26.0040
    Apelação do consumidor negada: empréstimo consignado de R$ 6,5k considerado válido pois banco provou biometria facial e depósito em conta do autor, que permaneceu inerte por 3 anos sem impugnar os descontos.
    banco2026-03-16
  • 1000094-35.2025.8.26.0363
    Banco Mercantil: responsabilidade por empréstimos fraudulentos consignados e PIX fora do perfil de aposentado confirmada (Súmula 479), mas danos morais afastados como mero aborrecimento e restituição fixada na forma simples por ausência de má-fé.
    parcial2026-03-16
  • 1004112-50.2024.8.26.0132
    TJSP nega provimento à apelante: golpe da falsa central via SMS Nubank induziu vítima a contratar empréstimo de R$6.405 no Bradesco e transferir via Pix; culpa exclusiva da vítima (CDC art. 14 §3º II) afasta responsabilidade do banco.
    banco2026-03-16
  • 1000800-59.2025.8.26.0414
    TJSP não conhece apelação do Banco Inbursa por violação ao princípio da dialeticidade; mantida sentença que declarou inexigível empréstimo consignado de R$15.080,61 contraído por fraudadores via golpe do boleto falso.
    consumidor2026-03-16
  • 1000499-64.2024.8.26.0506
    TJSP nega provimento à apelação de vítima idosa de golpe do falso funcionário: Itaú Unibanco absolvido por culpa exclusiva da vítima (CDC art.14 §3º II) e BMG reconhecido ilegítimo; condenação mantida apenas contra Absoluta Soluções Financeiras (R$14.555,87 material + R$10.000 moral).
    banco2026-03-16
  • 1001593-47.2025.8.26.0624
    Banco Mercantil: contratos de empréstimos declarados inexigíveis por falha de segurança (Súmula 479/STJ), mas dano moral afastado por ausência de prova de abalo psíquico; recurso do banco provido em parte com sucumbência recíproca 50/50.
    parcial2026-03-16
  • 1032093-53.2024.8.26.0003
    Fraude via falsa central de segurança: banco condena a restituir R$55.894 por falha em monitorar transações atípicas e não bloquear conta após aviso, mas dano moral afastado por mero aborrecimento; recurso parcialmente provido com sucumbência recíproca 50/50.
    parcial2026-03-04
  • 1003324-36.2025.8.26.0541
    Ação de autora pensionista que negou contratar empréstimo consignado; TJSP manteve improcedência pois banco comprovou contratação digital com biometria facial, geolocalização e transferência dos valores, reconhecendo litigância de má-fé da autora.
    banco2026-03-04
  • 1010898-91.2025.8.26.0224
    TJSP nega provimento ao consumidor: golpe de falsa central induziu entrega de acesso ao app bancário; fortuito externo afasta responsabilidade do Banco Mercantil (art. 14, §3º, II, CDC).
    banco2026-03-04
  • 1001020-30.2025.8.26.0229
    TJSP deu provimento ao recurso da 99Pay e reformou sentença para improcedência total: vítima instalou app com malware, operações foram realizadas com credenciais próprias dentro do perfil transacional, configurando culpa exclusiva da consumidora/terceiro (art. 14, §3º, II, CDC).
    banco2026-02-24
  • 1009385-69.2025.8.26.0004
    PagSeguro nega provimento; mantida restituição de R$ 26.652,10 por PIX fraudulento atípico ao perfil do correntista PJ, com falha no sistema de segurança reconhecida pela própria instituição; dano moral afastado.
    consumidor2026-02-24
  • 1002960-64.2025.8.26.0347
    Ação improcedente: autor vítima de dois golpes encadeados (WhatsApp simulando irmão + falso atendente bancário) realizou transferências via Sicoob e Bradesco por própria negligência, afastando responsabilidade das instituições por culpa exclusiva da vítima (CDC art. 14 §3º II).
    banco2026-02-21
  • 1018208-90.2025.8.26.0405
    Golpe falsa venda veículo via Facebook: TJSP nega provimento ao consumidor por culpa exclusiva da vítima (CDC 14§3ºII), afastando Súmula 479 STJ pois depósito voluntário em conta de desconhecido é fortuito externo.
    banco2026-02-21
  • 1035455-32.2025.8.26.0002
    TJSP nega provimento ao recurso do consumidor: empréstimo de R$53k + transferência de R$49,5k via app Bradesco configuraram fortuito externo por culpa exclusiva da vítima na guarda de credenciais, mantendo improcedência total da ação.
    banco2026-02-12
  • 1010163-38.2024.8.26.0048
    Banco Mercantil perde no material (fortuito interno, Súmula 479, transações PIX e empréstimos fora do perfil) mas ganha na exclusão do dano moral (mero aborrecimento) e na redução dos honorários de 20% para 11%.
    parcial2026-02-04
  • 1035147-43.2024.8.26.0224
    TJSP reforma sentença parcialmente procedente e julga improcedentes todos os pedidos da autora, pois compras impugnadas eram compatíveis com seu perfil e continuaram após troca do cartão, afastando a alegação de clonagem.
    banco2026-02-04
  • 1003617-02.2024.8.26.0004
    TJSP nega provimento a apelação do consumidor vítima de golpe da falsa central: culpa exclusiva da vítima afasta responsabilidade do Bradesco (art. 14, §3º, II CDC), sem prova de desvio de perfil nem impugnação dos documentos sistêmicos do banco.
    banco2026-02-04
  • 1000101-23.2025.8.26.0526
    Banco Mercantil tem recurso desprovido; mantida procedência por fraude com empréstimos e PIX não autorizados, negativação indevida e falha no sistema de segurança (Súmula 479 STJ), dano moral in re ipsa de R$4.236,00.
    consumidor2026-02-04
  • 1001759-20.2025.8.26.0191
    Falsa central bancária induziu vítima a pagar boleto R$8k via Pix; TJSP declarou inexigibilidade por omissão do Nubank em acionar MED após notificação imediata, mas negou dano moral por falta de prova e negligência contributiva da autora.
    parcial2026-01-28
  • 1002373-60.2025.8.26.0438
    Banco Bradesco condenado pela inexigibilidade de compra fraudulenta de R$4.995,96 no cartão de crédito (31.12.2024), com manutenção das astreintes por descumprimento; dano moral afastado por ausência de negativação; ambos os recursos desprovidos.
    parcial2026-01-28