CÉSAR ZALAF

14ª Câmara de Direito Privado · #48 de 113 em taxa pró-banco

pró-consumidorexige combo evidencialdispensa gravação
32 acórdãos no estudo
Pró-banco
38%
Custo médio
R$ 20.356
Dano moral
R$ 6.333
Dano material
R$ 32.267

Retrato estatístico · CÉSAR ZALAF

base: 32 acórdãos · atualizado diariamente
Posicionamento
38%pró-banco#48 de 11314ª Câmara de Direito Privado
Tendência ascendente · +43pp 2025-T4 → 2026-T1
Tese preferida
Fortuito Externo — Culpa do Consumidorprincipal · 71% das vitórias10 casos
Fallback (subsidiária):
Fortuito Externo — Culpa de Terceirosubsidiária · 21%3 casos
Rejeições
automáticas
Nenhuma tese com taxa de rejeição ≥80% (amostra mínima 3 ocorrências).
Estilo decisório
pró-consumidorexige combo evidencialdispensa gravação
Rigor 60% · formalismo 0%
Precedentes-
assinatura
Top 5 fundamentos citados com peso decisivo:
47926× · decisivo 18×1414× · decisivo 11×14_§3_II10× · decisivo 9×2.052.228/DF2× · decisivo 2×9452× · decisivo 2×
Gatilhos
de derrota
Combinações com taxa de derrota ≥80% — sinal para acordo prévio:
Vitima Aposentado Inss + sem Ausência de prova técnica do autor5/5 · 100%
Pre Emprestimo Antes Transferencia + sem Combo probatório completo4/5 · 80%
Operacoes Em Sequencia Rapida + sem Nexo causal externo provado4/5 · 80%
Vitima Aposentado Inss + sem Log de auditoria disponível4/4 · 100%
Contratacao Digital + sem Combo probatório completo4/4 · 100%
Pre Emprestimo Antes Transferencia + sem Log de auditoria disponível4/4 · 100%

Combo probatório

Este relator ainda não tem retrato qualitativo. Use o combo probatório abaixo como mapa geral — os 13 fatores foram calibrados contra o corpus inteiro (182 extratos + 4.028 acórdãos) e indicam a direção que a 4ª Subseção de Direito Privado tende a seguir. Consulte o retrato estatístico acima pra ver onde CÉSAR ZALAF se posiciona em relação à média.

379 extratos lidos · 4.028 acórdãos· 13 fatores calibrados· 6 zonas de modulação· peso dobrado: fatores com ★

Combo pró-banco

7 fatores · 5+ = banco vence (~90%)

Combo pró-consumidor

6 fatores · 4-6 = consumidor vence (~90%)

Matriz de desfechos por faixa de fatores

Combo pró-banco
FaixaNBancoParc.Cons.
6-7 de 718100%0%0%
4-5 de 77580%15%5%
2-3 de 711040%40%20%
0-1 de 71768%32%60%
Combo pró-consumidor
FaixaNBancoParc.Cons.
5-6 de 6620%10%90%
3-4 de 611510%38%52%
1-2 de 615535%43%22%
0 de 64779%15%6%

Combo misto (2-3 × 2-3) domina o corpus — ~125 extratos dos 379 lidos. Nesses casos, a proporção não é automaticamente 50/50: ela modula conforme a câmara julgadora, como mostra o mapa abaixo.

Zonas de modulação · o mapa de quem divide quanto

Por que esse estudo existe. Quando há culpa concorrente, o art. 945 do CC abre a porta pra dividir o prejuízo — mas não diz em que proporção. Lendo os 379 acórdãos em profundidade, mapeamos 6 padrões recorrentes de como as câmaras do TJSP efetivamente dividem.

O que ele diz. A mesma configuração probatória pode sair 50/50 na Valeria Longobardi, 60/40 banco na Márcia Rezende ou 75/25 contra o banco receptor na 14ª CDP. A câmara de distribuição manda tanto quanto os fatores do caso. Saber em qual zona seu caso cai antes do julgamento muda o cálculo de risco e o desenho da peça.

50/50
50/50

Modulação clássica art. 945 CC. Quando o combo apresenta 2-3 fatores de cada lado em câmaras generalistas, o relator divide meio-a-meio o prejuízo material e costuma afastar o dano moral.

Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.I, Núcleo 4.0-T.II, Núcleo 4.0-T.VIII
Relatores ·
Valeria Longobardi, João Battaus Neto, Daniel Issler, Thomaz Carvalhaes Ferreira
Casos paradigma
8
  • 1004267-46.2024· Valeria Longobardi

    Paradigma do 50/50. Spoofing reconhecido + credenciais autenticadas — culpa concorrente pura.

  • 1013074-23.2025.8.26.0554· Valéria Longobardi

    Falsa central · Bradesco mantido condenado a 50% dos R$ 112 mil em PIX e caixa eletrônico por falha em bloquear transações atípicas ao perfil (Súmula 479).

  • 1001098-40.2025.8.26.0062· João Battaus Neto

    Golpe do WhatsApp · Bradesco condenado a 50% (R$ 945) por falha no KYC da conta receptora; danos morais afastados por culpa concorrente da vítima.

60/40 banco
60/40

Modulação assimétrica em favor do consumidor (banco absorve 60%). Surge em casos Núcleo 4.0-T.VII com autorização manifesta de operação anômala pelo banco — o 'risco do negócio' pesa mais que a cedência de credenciais da vítima.

a gravidade da culpa do réu, que autorizando a transação indicativa de fraude, deve ter a responsabilidade preponderada pelo risco do negócio — 60% dos prejuízos
Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.VII
Relatores ·
Márcia Rezende, Fabiana Calil
Casos paradigma
4
  • 1000757-96.2025· Márcia Rezende

    60% banco por autorizar transação indicativa de fraude. Paradigma da modulação assimétrica.

  • Falso advogado com empréstimo + PIX de R$ 15.944 · culpa concorrente 60% banco / 40% autor; dano moral afastado.

  • Fraude com empréstimo de R$ 4.900 e transferência imediata · 60% banco e 40% autor; inexigibilidade do débito e ressarcimento proporcional.

70/30 banco
70/30

Modulação forte contra o banco — reservada a falha bifásica grave (golpe físico na agência + ausência de bloqueio). Duas falhas decisivas do banco em momentos distintos elevam a proporção.

Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.VII
Relatores ·
Márcia Rezende
Caso paradigma
1
  • 4003440-11.2025· Márcia Rezende

    ATM com nota falsa emitida pelo próprio caixa eletrônico + não bloqueio subsequente → 70% banco.

75/25 banco receptor
75/25

Aplicável a banco receptor da transferência em fraude com KYC falho na abertura de conta. Padrão severo da 14ª CDP — instituição receptora responde quase integralmente por deixar entrar laranja.

Câmaras ·
14ª CDP
Relatores ·
Thiago de Siqueira, Alexandre David Malfatti, Léa Duarte
Casos paradigma
6
  • 1004401-86.2025· Thiago de Siqueira

    Falso leilão · Santander receptor sem KYC documentado → 75% contra o banco receptor.

  • 1027361-22.2025.8.26.0576· Thiago de Siqueira

    Falsário abriu conta no Banco Inter · falha do banco reconhecida; dano moral afastado por ausência de prova de abalo concreto além de mero aborrecimento.

  • Golpe da OLX · empréstimos fraudulentos nulos, restituição em dobro de R$ 257 e dano moral de R$ 6 mil por fortuito interno (PicPay e Mercado Pago) (Súmula 479).

seletiva (só moral)

Culpa concorrente NÃO reduz o material — banco paga 100% — mas afasta o dano moral. Modulação não-tradicional: usa a culpa da vítima para cortar só o extrapatrimonial.

Câmaras ·
23ª CDP
Relatores ·
Lígia Araújo Bisogni
Casos paradigma
5
  • 1000131-31.2025· Lígia Araújo Bisogni

    100% material + dano moral afastado por culpa concorrente. Paradigma da modulação seletiva.

  • 1004836-02.2024.8.26.0020· Lígia Araújo Bisogni

    Falsa central com acesso remoto e transferências atípicas · Bradesco mantido condenado a R$ 60.851 em empréstimo inexigível (Súmula 479).

  • 1000659-85.2025.8.26.0205· Lígia Araújo Bisogni

    Falso advogado via WhatsApp · Bradesco condenado a restituir R$ 8.680 por falha no monitoramento; dano moral afastado por culpa concorrente (art. 945 CC).

fortuito bifásico

Decomposição do caso em duas fases: fortuito externo na contratação (banco isento) + fortuito interno na movimentação (banco responde pelo remanescente). Dobra e moral afastados.

Câmaras ·
Núcleo 4.0-T.IV
Relatores ·
Dimitrios Zarvos Varellis
Casos paradigma
6
  • 1019246-40.2025· Dimitrios Zarvos Varellis

    Fortuito externo fase contratação + fortuito interno fase movimentação → compensação do remanescente na conta + dobra afastada + moral afastado.

  • 1008435-50.2023.8.26.0127· Dimitrios Zarvos Varellis

    Consignado obtido via correspondente irregular · C6 condenado à restituição em dobro + dano moral de R$ 5 mil por desconto indevido em benefício previdenciário — fortuito interno configurado.

  • 1061557-68.2024.8.26.0506· Dimitrios Zarvos Varellis

    Falso oficial de justiça presencial · banco não impediu empréstimo de R$ 14.786 e PIX de R$ 9.999 fora do perfil; condenação mantida por falha do serviço (Súmula 479).

Casos recentes (32)

  • 1038196-59.2023.8.26.0602
    Banco Mercantil negou provimento: fraude de falsa portabilidade em consignado INSS; banco não provou regularidade contratual; Súmula 479/STJ; repetição em dobro (Tema 929) e dano moral de R$7.000 mantidos.
    consumidor2026-03-31
  • 1039376-23.2025.8.26.0576
    Banco Bradesco negado provimento: mantida condenação por golpe do falso funcionário agravado por possível envolvimento de gerente, empréstimo de R$164k não contratado, resgate de previdência R$74,9k por telefonema e bloqueio tardio — fortuito interno, Súmula 479/STJ.
    consumidor2026-03-31
  • 1000871-64.2025.8.26.0219
    Bradesco nega provimento: falsa central de atendimento com 4 PIX atípicos esvaziou conta de associação (R$ 31.497,19); banco não bloqueou operações fora do perfil, configurando fortuito interno e Súmula 479/STJ.
    consumidor2026-03-31
  • 1023872-05.2025.8.26.0114
    Furto de celular com 62 Pix fracionados e empréstimos fraudulentos no Bradesco: bancos condenados solidariamente a restituir ~R$73k; dano moral reduzido de R$15k para R$5k por culpa concorrente na dosimetria.
    parcial2026-03-31
  • 1008329-04.2025.8.26.0003
    Golpe do falso advogado: TJSP nega provimento ao recurso do autor idoso que realizou Pix e contratou empréstimo de R$63.104,46 voluntariamente, reconhecendo culpa exclusiva da vítima/terceiro e ausência de nexo causal com o banco.
    banco2026-03-25
  • 1009065-40.2025.8.26.0482
    TJSP reforma sentença para incluir dano moral (R$5k) e juros desde evento danoso: banco destinatário responde por abrir conta com documentos falsos usada em golpe de site falso (R$14.199,96 PIX)
    consumidor2026-03-24
  • 1002922-33.2025.8.26.0127
    TJSP nega provimento à apelação da consumidora vítima de golpe do falso advogado via WhatsApp: fortuito externo e culpa exclusiva da vítima afastam responsabilidade do Bradesco e Santander.
    banco2026-03-24
  • 1004993-50.2024.8.26.0286
    Banco Mercantil obtém reforma parcial: dano moral afastado por culpa concorrente da vítima idosa que forneceu dados e foto a falso funcionário INSS; condenações materiais mantidas (inexigibilidade e devolução de descontos).
    parcial2026-03-24
  • 1000700-22.2024.8.26.0291
    TJSP reforma sentença e julga improcedente ação de falsa portabilidade de consignado: culpa exclusiva do consumidor que forneceu dados e transferiu valores via PIX a terceiros afasta responsabilidade do Santander.
    banco2026-03-19
  • 1007270-05.2025.8.26.0189
    TJSP nega provimento à apelação da consumidora vítima de golpe via ligação telefônica com transferências PIX voluntárias, reconhecendo culpa exclusiva da vítima e ausência de falha dos bancos Banco do Brasil e C6.
    banco2026-03-19
  • 1017913-53.2025.8.26.0405
    TJSP reforma improcedência e condena Bradesco a fornecer registros de acesso (logs IP) de contas PIX usadas em golpe de falso empréstimo de R$8.300, com base no Marco Civil da Internet (arts. 15 e 22)
    consumidor2026-03-11
  • 1020288-22.2024.8.26.0224
    TJSP nega provimento à apelante vítima de golpe do falso advogado via WhatsApp/PIX: BO incompatível com a lide e ausência de cautelas mínimas configuram culpa exclusiva do consumidor/terceiro, afastando Súmula 479 STJ.
    banco2026-03-11
  • 1014555-50.2024.8.26.0006
    Banco Bradesco condenado por invasão de conta com Pix não autorizado de R$ 27.777,00 e empréstimo fraudulento; devolução em dobro e dano moral reduzido a R$ 5.000,00.
    parcial2026-03-10
  • 1000276-36.2021.8.26.0080
    TJSP nega provimento a apelante que alegou fraude em consignado: autora não compareceu à perícia grafotécnica, assumiu ônus da preclusão e banco comprovou contratação; sentença de improcedência mantida.
    banco2026-03-10
  • 1003989-39.2024.8.26.0007
    TJSP nega provimento ao Banco Digimais: boleto falso via WhatsApp com dados vazados do contrato configura fortuito interno; mantida inexigibilidade de R$1.210 e dano moral de R$5.000.
    consumidor2026-03-10
  • 1013307-51.2025.8.26.0576
    Apelação provida: Banco do Brasil condenado por golpe da falsa central de atendimento com PIX, TED e boletos não autorizados; responsabilidade objetiva por vazamento de dados e falha no monitoramento de operações atípicas (Súmula 479 STJ); danos materiais integrais + R$ 5.000 moral.
    consumidor2026-03-10
  • 1007161-05.2025.8.26.0152
    TJSP nega provimento ao recurso da autora: empréstimo consignado fraudulento via falsa central bancária com acesso remoto configura fortuito externo, afastando responsabilidade indenizatória do Banco Digio; dano moral rejeitado por ausência de ato ilícito imputável ao banco.
    banco2026-03-10
  • 1024062-37.2024.8.26.0361
    TJSP mantém condenação do Bradesco em golpe de falsa central: dois empréstimos fraudulentos (R$11k+R$47,5k) e transferências não autorizadas, restituição em dobro dos descontos previdenciários e danos morais de R$8.000.
    consumidor2026-03-04
  • 1006358-17.2025.8.26.0477
    TJSP nega provimento à apelação de idosa vítima de golpe do WhatsApp (falsa filha): culpa exclusiva da vítima rompe nexo causal com Bradesco e Facebook, mantida improcedência integral.
    banco2026-03-04
  • 1088390-46.2025.8.26.0100
    Golpe do falso funcionário BB: 5 PIX totalizando R$152.625; TJSP reconheceu culpa concorrente (banco não monitorou limite diário PIX da autora; vítima advogada contribuiu ao seguir fraudador) e condenou banco a 50% = R$76.312,50.
    parcial2026-03-04
  • 1008268-72.2023.8.26.0405
    TJSP nega provimento à apelação: perícia confirmou autenticidade das assinaturas nos contratos de empréstimo e supressio afasta pretensão após 11 anos de inércia da autora.
    banco2026-02-26
  • 1003245-39.2024.8.26.0526
    Banco Santander negado provimento em apelação: responsabilidade objetiva mantida por fraude de falsa portabilidade de consignado INSS via correspondente bancário, com dano moral de R$6.000 e declaração de nulidade do contrato de R$16.322,52.
    consumidor2026-02-25
  • 1002417-42.2025.8.26.0224
    Apelação do consumidor idoso negada: boleto falso enviado pelos Correios via interceptação postal configura fortuito externo, rompendo nexo causal com o Bradesco, mantida improcedência total.
    banco2026-02-24
  • 1008759-77.2025.8.26.0577
    TJSP nega provimento a empresa PJ que contestou PIX em falsa loja online: inaplicável CDC, transações autenticadas com senha/token dentro do perfil, culpa exclusiva da vítima, sentença de improcedência mantida.
    banco2026-02-24
  • 1005030-76.2025.8.26.0566
    TJSP nega provimento a apelação de PJ que errou chave PIX e transferiu R$15k a terceiro; culpa exclusiva do consumidor afasta responsabilidade do Bradesco (art. 14, §3º, II, CDC).
    banco2026-02-04
  • 1010287-45.2023.8.26.0019
    Idosa aposentada vítima de golpe com contratação fraudulenta de empréstimo consignado e cartões via biometria clonada; banco PAN condenado por falha no serviço (S479), devolução dobrada e R$10k moral.
    consumidor2026-01-22
  • 1027983-74.2025.8.26.0100
    Golpe da troca de cartão em vendedor ambulante: TJSP reforma improcedência para condenar Bradesco a restituir R$4.000 (transação noturna atípica = falha no serviço), mas nega danos morais por mero aborrecimento; sucumbência recíproca.
    parcial2026-01-22
  • 1000454-26.2025.8.26.0312
    Banco do Brasil responde objetivamente por empréstimo fraudulento (R$452,56) e PIX (R$779,38) realizados por golpe de falsa central via WhatsApp contra aposentada idosa; Súmula 479 STJ aplicada; dano moral R$5.000 mantido.
    consumidor2026-01-22
  • 1004150-82.2025.8.26.0405
    Sentença de improcedência anulada por cerceamento de defesa: autor requereu 3x expedição de ofício ao BACEN para obter relatório DICT sobre marcação de alerta de fraude em sua chave PIX, prova imprescindível não produzida pelo juízo de 1º grau.
    consumidor2025-12-17
  • 1017120-17.2025.8.26.0405
    Golpe da falsa central: culpa concorrente 50/50 mantida (banco falhou no monitoramento; autor facilitou fraude), dano material de R$33.762 e dano moral de R$5.000 fixado pelo TJSP em reforma parcial.
    parcial2025-12-17
  • 1014266-48.2024.8.26.0223
    Golpe do motoboy via spoofing do número oficial Santander; TJSP reforma improcedência, declara inexigíveis empréstimos (R$115k) e compras no cartão (R$62k) e condena banco a R$10.000 em danos morais.
    consumidor2025-12-16
  • 1010993-11.2025.8.26.0196
    TJSP anula extinção sem mérito por ilegitimidade passiva e julga improcedente ação contra BB: autor foi vítima de golpe do falso funcionário com desfalques na CEF, mas não demonstrou nexo causal que responsabilize o BB pelos danos ocorridos em outra instituição financeira.
    parcial2025-12-16